O que fazer para melhorar a tomada de decisão na minha empresa?

O que fazer para melhorar a tomada de decisão na minha empresa?
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A gestão é formada por pessoas que direcionam a corporação para o seu próximo estágio evolutivo com base no cenário atual e nas perspectivas traçadas para o futuro. Assim, as rotinas e os processos de trabalho, a boa administração e a obtenção de ótimos resultados dependem da tomada de decisão.

Tecnologia e globalização são fatores aceleradores desse processo: a dinâmica do mercado exige soluções concebidas de forma cada vez mais rápida e eficiente. A responsabilidade de tal função é grande, mas pode ser melhor realizada com a adoção de certas medidas. Quer saber quais? Siga com a leitura desse post.

A importância da tomada de decisão

Para ser bem-sucedido o empreendedor precisa saber correr riscos, e isso não tem nada a ver com fazer o que lhe der na telha. Estamos falando da capacidade de analisar o contexto atual e futuro, vantagens, desvantagens e optar por escolhas assertivas, bem embasadas.

Prazos também rondam esse processo: existem medidas que precisam ser adotadas em um timing exato, sob pena de se perderem benefícios, parcerias, negociações e outras oportunidades.

A tomada de decisão ainda varia conforme o grau de dificuldade, como apontado pelo consultor corporativo Dan Ryan em matéria da Forbes. Escolhas fáceis são tomadas quase que automaticamente pelo cérebro enquanto as difíceis o estagnam, exigindo maior pensamento crítico.

Inteligência emocional é muito importante, mas existem fatores mais objetivos a serem levados em consideração, como governança corporativa, missão, visão e valores de seu negócio. Esses elementos são os pilares da empresa, criam sua identidade e orientam sua conduta porque estabelecem a cultura organizacional, orientando os líderes na tomada de decisão. Além deles, você pode contar com outras ferramentas, como as elencadas na sequência.

Matriz F.O.F.A.

Forças, oportunidades, fraquezas e ameaças formam o acrônimo, evidenciando fatores internos e externos, pontos positivos e negativos da empresa. Essa ferramenta de planejamento estratégico é visual: você elabora uma tabela com 4 quadrantes, cada um correspondente a um dos pontos suscitados.

Ela mostra, por exemplo, a alta capacidade técnica como força, a negociação com novas parcerias como oportunidade, a falta de investimento em tecnologia como fraqueza e a chegada de um novo concorrente na região como ameaça. Assim, a matriz F.O.F.A. situa sua empresa no cenário atual e mostra as perspectivas para o futuro, amparando a tomada de decisão pelos gestores.

Métricas

O que você leva em consideração para avaliar seus resultados? Eles refletem não apenas no caixa da organização, mas também nos seus colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros. Métricas de desempenho financeiro (margem de lucro, faturamento e fluxo de caixa) certamente são importantes, mas como mensurar os efeitos não econômicos da tomada de decisão?

Não adianta aumentar a lucratividade promovendo jornadas de trabalho extenuantes que interferem negativamente na relação com os colaboradores, deixando-os insatisfeitos. Estabeleça parâmetros sociais, relativos aos interesses e comportamentos da equipe, dos clientes e da sociedade, e faça isso não apenas pela reputação moral.

A boa-fé em sua conduta denota comprometimento social e corporativo, orienta a cultura da empresa e cria um bom padrão a ser seguido pelos gestores e demais funcionários no processo decisório.

Desenvolvimento de lideranças

Você prepara seus profissionais para serem líderes? Existem cargos estratégicos no organograma aos quais grandes responsabilidades são atribuídas e eles podem ser evidenciados pelo mapeamento de mercado. Essa prática analisa as tendências no RH passíveis de implementação na empresa, resultado otimizado quando a organização estrutura um plano de sucessão.

Essa ferramenta, por sua vez, aponta o perfil desejado para o cargo-chave, normalmente de liderança, demonstrando as atribuições exigidas do profissional para essa vaga. O preparo de líderes se inicia quando eles ainda não ocupam essa posição: o treino começa com a tomada de decisões menos importantes.

Nesse sentido, a educação corporativa é grande facilitadora, promovendo a comunicação interna e outras habilidades de gestão necessárias àqueles que assumem ou vão assumir postos de trabalho com alta demanda decisória.

A experiência de uma consultoria de RH especializada e antenada com as novas tecnologias pode promover o diferencial competitivo para sua empresa se destacar na tomada de decisão. É um assunto sensível, profundamente impactante na gestão corporativa e decisivo para o sucesso do empreendimento.

Por isso, se quiser melhorar esse processo em seu negócio, entre em contato conosco!

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